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Pacheco diz que criará CPI mista sobre 8 de janeiro, mas data ainda é incerta


Sessão do Congresso, na qual pedido de CPI pode ser lido, está marcada para 12h, mas presidente do Senado avalia adiamento. Segundo ele, direito de defensores da comissão será garantido. Homem usa extintor após invadir prédio durante ato golpista neste domingo (8)
Adriano Machado / Reuters
O presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta terça-feira (18) que garantirá o direito de parlamentares que defendem a criação de uma Comissão Parlamentar de Mista de Inquérito (CPMI) para apurar os ataques às sedes do Três Poderes em 8 de janeiro e fará a leitura do pedido de criação do colegiado.
A data de criação da CPI mista, no entanto, ainda está incerta. Uma sessão do Congresso, em que o pedido de abertura do colegiado pode ser lido, está marcada para as 12h desta terça-feira.
Mas Pacheco avalia adiar a sessão a pedido de líderes do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente é contra a criação de um colegiado para apurar os atos golpistas. Para ele, o governo tem os instrumentos necessários para investigar os crimes.
“O fato é que CPMI é um direito da minoria, assim reconhecido inclusive pelo STF. Esse direito será, por mim, garantido, mas o direito da realização da sessão é da maioria, então a maioria, se não quiser dar quórum para realizar a sessão, não acontece”, afirmou.
No entanto, Pacheco disse que ainda não analisou um requerimento de partidos políticos e da liderança do governo para adiar a sessão. Pacheco participa de uma reunião no Palácio do Planalto nesta manhã para discutir políticas de proteção do ambiente escolar.
“Esse requerimento não foi apreciado e logo após a minha saída aqui do Palácio do Planalto vou reunir com os líderes na presidência do Senado para poder apreciar esse pedido e o fundamento dele”, afirmou.
Os atos golpistas de 8 de janeiro completam 100 dias nesta terça-feira. O Supremo Tribunal Federal, um dos poderes atacados, iniciou o julgamento das primeiras 100 denúncias apresentadas pelo Ministério Público contra pessoas envolvidas nos atos de vandalismo que ocorreram em Brasília.

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