• New Page 1

    RSSFacebookYouTubeInstagramTwitterYouTubeYouTubeYouTubeYouTubeYouTubeYouTubeYouTube  

Vacina da dengue: como funciona a transferência de tecnologia para produção na Fiocruz


Acordo com o laboratório japonês Takeda, que produz a QDenga, ainda está em negociação, segundo Ethel Maciel, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde. A baixa adesão ao programa de vacinação de dengue no Brasil, hoje disponível apenas para crianças entre 10 e 11 anos, tem levado ao Ministério da Saúde a discutir sobre a ampliação dessa faixa etária.
Uma das medidas necessárias para que isso aconteça é que as doses usadas no SUS, da QDenga, produzidas pelo laboratório japonês Takeda, possam se fabricadas no Brasil, como explica Ethel Maciel, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, em entrevista ao podcast O Assunto desta terça-feira (5).
“Há também um acordo que está sendo construído entre a empresa japonesa e a Fiocruz pra produção aqui no Brasil. Transferência de tecnologia para Fiocruz com produção nacional.”
Foi algo parecido com o que aconteceu em 2021, quando a Fiocruz assinou um contrato de transferência de tecnologia com AstraZeneca para produção do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), matéria-prima para a produção dos imunizantes contra a Covid.
E como funciona um processo de transferência de tecnologia? Quem explica isso é Gonzalo Vecina, um dos fundadores da Anvisa e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, também em entrevista ao podcast.
Qdenga, vacina contra a dengue no Brasil
Ailton Alves/Rede Amazônica
Quem explica isso é Ethel Maciel, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, em entrevista ao podcast O Assunto desta terça-feira (5).
“O primeiro obstáculo é o obstáculo jurídico. Tem que criar um ato jurídico que permita que o detentor da patente seja remunerado, porque ele não vai aceitar entregar patente para quem quer que seja. Então tem um ato jurídico que garante o pagamento de royalties para que aquele conhecimento seja transferido.”
“O segundo obstáculo é o obstáculo técnico. Ou seja a fábrica que vai receber a possibilidade de produzir tem que se preparar para conseguir produzir.”
Ouça a íntegra do episódio aqui.

Adicionar aos favoritos o Link permanente.