Escola estadual de Pernambuco adota vistoria com detector de metal durante a entrada dos alunos


A medida de segurança começou adotada na quinta-feira (12), durante a entrada dos alunos, que ocorre às 7h20. Escola Estadual de Pernambuco adota vistoria com detector de metal na entrada de alunos
Uma escola pública, localizada no município de Ipubi, no Sertão de Pernambuco, começou a adotar o uso de um detector de metal para fazer a vistoria nas mochilas dos alunos da instituição. A medida de segurança, começou a ser feita na quinta-feira (12), na escola Erem Arão Peixoto de Alencar, durante a entrada dos alunos, que ocorre às 7h20 . A escola que faz parte da rede estadual de ensino de Pernambuco funciona em tempo integral e tem 520 matriculados.
Embora a instituição de ensino não tenha sido alvo de nenhum ataque ou ameaça, a gestora da escola, Maria Luciene Gomes, decidiu por conta própria adotar a medida de segurança, sem a consulta da Secretaria de Educação de Pernambuco.
“Eu lembrei que tinha um detector de metal na escola, que foi comprado há alguns anos quando era proibido o uso de celulares. Daí eu carreguei o aparelho e usamos ontem e hoje para fazer a vistoria nas mochilas de todos os alunos. Fizemos isso com a intenção de tranquilizar os pais para inibir ataques. Os alunos gostaram e os pais mais ainda, porque ficaram mais tranquilos”, esclareceu.
Vistoria com detector de metal está sendo realizada na entrada da escola Erem Arão Peixoto de Alencar em Ipubi
Maria Luciene Gomes/ Arquivo pessoal
O g1 entrou em contato com a Secretaria de Educação de Pernambuco para saber se o uso de detector de metal vai se estender a outras escolas, mas ainda não obtivemos resposta.
Denúncias e emergências em escolas de Pernambuco
Reunião sobre segurança nas escolas foi realizada no Recife nesta terça-feira (11)
Pedro Alves/g1
O governo de Pernambuco criou na terça-feira (11) um número exclusivo para denúncias e comunicação de emergências escolares. Por meio do telefone 197, disponível 24 horas por dia, poderão ser comunicados suspeitas e atos violentos. A ferramenta pode ser usada por estudantes, responsáveis e professores.
No dia 5 de abril, um criminoso matou quatro crianças e feriu outras quatro com uma machadinha em Blumenau (SC). Em março, um adolescente de 13 anos matou uma professora e feriu três pessoas numa escola estadual em São Paulo.
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