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Brinquedo em que vendedor foi arremessado e ficou ferido em MT é interditado pelos bombeiros


O vendedor de carros Paulo Henrique Rodrigues Fernandes, precisou fazer uma cirurgia no ombro e teve cortes na cabeça, após cair de um brinquedo em um parque de diversões. Cinto de segurança teria se soltado
Reprodução
O brinquedo “music express”, em que o vendedor de carros Paulo Henrique Rodrigues Fernandes foi arremessado para fora da plataforma, foi interditado nesta terça-feira (18) pelo Corpo de Bombeiros. O brinquedo foi instalado em um parque de diversões no estacionamento de uma shopping de Cuiabá.
O acidente ocorreu no sábado (15) e Paulo precisou fazer uma cirurgia no ombro e teve cortes na cabeça. Ele recebeu alta médica nesta terça-feira (18).
Segundo os bombeiros, o brinquedo foi interditado em decorrência do acidente. A corporação disse que aguarda uma nova Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) a ser emitido pelos responsáveis do parque para realizar a liberação da atração.
No brinquedo, os participantes ficam sentados em carrinhos, são submetidos a movimentos circulares da plataforma, que acompanham a música em intervalos de aceleração e desaceleração e chegam a girar em até 360º.
Entenda o caso
Paulo Henrique Rodrigues Fernandes caiu de um brinquedo no parque de diversões
Reprodução
Paulo precisou fazer uma cirurgia após ser arremessado do brinquedo em um parque em um shopping de Cuiabá. A empresária Natália Neves, mulher de Paulo, disse que não viu o momento em que o marido caiu, pois estava de olhos fechados, mas que percebeu o ocorrido com os gritos dos filhos que também estavam no brinquedo.
“Foi o primeiro brinquedo que fomos e aconteceu esse acidente. Meu esposo voou pra fora do carrinho, no momento eu não vi. Só havia escutado um estrondo muito forte, como se fosse uma batida de carro, pois eu estava com tanto medo que estava com os olhos fechados o tempo todo”, relatou.
Ainda segundo a empresária, a trava de segurança rompeu na hora do acidente, por isso, o marido caiu.
“Quando outras pessoas perceberam também, começaram a gritar para parar o brinquedo. Até que ele parasse, deu duas voltas. Enquanto isso, ele estava caído ali sem que pudéssemos fazer nada a não ser nos segurar”, conta.
Após o acidente, Paulo recebeu o primeiro atendimento por um bombeiro do shopping, até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele foi encaminhado para um hospital particular da capital, onde fez o procedimento cirúrgico.
Paulo recebeu os primeiros atendimentos dos bombeiros civil do shopping
Reprodução
O Pantanal Shopping informou por meio de nota que assim que tomou conhecimento do ocorrido, foi prestado todo suporte necessário. Segundo o shopping, o local mantém contato com a direção do parque para garantir a segurança necessária para quem circula nas operações do empreendimento.
O g1 tentou contato com a direção do parque, mas não foi localizado.
Vistoria
O Corpo de bombeiros informou que realizou uma vistoria no parque no dia 24 de março, para avaliar as medidas de segurança contra incêndio e pânico como avaliação de extintor, sinalização e aterramento. Por estar de acordo com as normas de segurança, um alvará de evento temporário foi concedido.
Quanto ao funcionamento de brinquedo, “não compete ao Corpo de Bombeiros realizar a vistoria ou fiscalização de montagem e segurança dos brinquedos, ficando a cargo do responsável técnico pela execução do projeto emitir uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou Registro de Responsabilidade Técnica (RRT)”, disse em nota.
Veja nota do Shopping Pantanal
O Pantanal Shopping informa que assim que tomou conhecimento do ocorrido, na noite de sábado (15), imediatamente foi prestado todo suporte necessário. Além disso, o empreendimento reforça que segue em contato com o cliente e com o operador do Ita Park, com o objetivo de oferecer apoio e garantir toda segurança necessária para quem circulam diariamente nas operações do empreendimento.

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