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Empresário, motorista e pedreiro: os moradores de MS que o STF julga se são réus por atos golpistas


STF começou na terça-feira (18) a decidir se aceita a denúncia contra 100 dos 1,3 mil acusados p pela invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. Destes, 3 são de Mato Grosso do Sul. Bolsonaristas de Mato Grosso do Sul estão presos em Brasília.
Redes Sociais/Reprodução
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou, nesta terça-feira (18), a decidir se torna réus 100 dos 1,3 mil denunciados pela invasão e depredação da sede dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro. Na lista aparecem três sul-mato-grossenses. Veja mais abaixo quem é cada um dos golpistas:
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Fabio Jatchuk Bullmann
Fabio Jatchuk Bullmann: morador de Campo Grande preso no DF após atos terroristas.
Redes sociais/Reprodução
Morador de Campo Grande, Fábio Bulmann, de 42 anos, é empresário e atuava em Campo Grande. O golpista tinha uma empresa especializada em conserto de aparelhos de ar-condicionado, refrigeração e ventilação.
Nas redes sociais, Fábio abasteceu o perfil com postagens com fake news, teor golpistas e contestava a legitimidade do sistema eleitoral brasileiro.
Djalma Salvino Dos Reis
Djalma Salvino Dos Reis: morador de Itaporã preso no DF após atos terroristas.
Redes sociais/Reprodução
Djalama Salvino dos Reis tem 45 anos e é morava em Itaporã (MS) – cidade a 239 km de Campo Grande – antes de ser preso em Brasília após os atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023. Na cidade, Djalma trabalhou como vendedor e motorista de ônibus.
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Diego Eduardo Assis Medina
Diego Eduardo Assis Medina: morador de Dourados preso no DF após atos terroristas.
Redes sociais/Reprodução
Diego Eduardo Assis Medina morava em Dourados (MS) – segunda cidade mais populosa do estado. O golpista foi preso em Brasília horas após o ataque as sedes dos prédios dos Três Poderes.
Antes de ir a capital federal, Diego chegou a trabalhar como pedreiro, pintor e caseiro de fazendas. A partir das redes sociais do rapaz é possível ver que ele participava dos acampamentos em frente aos prédios do Exército em Mato Grosso do Sul.
Vídeos, imagens e textos de cunho golpistas eram compartilhados diariamente por Diego nas redes sociais.
Denúncias da PGR
Desde o ataque, a Procuradoria Geral da República (PGR) já denunciou 1.390 pessoas por atos antidemocráticos, sendo 239 no núcleo dos executores, 1.150 no núcleo dos incitadores e uma pessoa no núcleo que investiga suposta omissão de agentes públicos.
Durante a invasão, foram depredados o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, num ataque à democracia sem precedentes na história do Brasil. Terroristas quebraram vidraças e móveis, vandalizaram obras de arte e objetos históricos, invadiram gabinetes de autoridades, rasgaram documentos e roubaram armas.
Entenda os crimes dos golpistas
Vândalos são reprimidos pela polícia diante do Palácio do Planalto em Brasília
Ueslei Marcelino/Reuters
O julgamento começou no plenário virtual exatos 100 dias após os atos de vandalismo que provocaram prejuízo de R$ 26,2 milhões nas sedes dos Três Poderes.
As denúncias foram oferecidas pela Procuradoria-Geral da República em dois inquéritos abertos para identificar os autores intelectuais, incitadores e executores dos crimes. Esses 100 denunciados estão presos.
A PGR afirma que os denunciados se associaram, de forma armada, a partir de convocações por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens com o objetivo de praticar crimes contra o Estado Democrático de Direito.
A denúncia afirma que “o grupo criminoso tentou depor, por meio de violência e grave ameaça, o governo legitimamente constituído”, sendo que isso “implicaria a prática reiterada de delitos até que se pudesse consolidar o regime de exceção pretendido pela massa antidemocrática”.
Caso o voto de Moraes prevaleça, os denunciados se tornarão réus e responderão por crimes como:
associação criminosa armada;
abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado pela violência e grave ameaça com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima e
deterioração de patrimônio tombado.
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

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