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Vacina contra dengue esgota nas clínicas particulares da BA; unidade do interior criou fila de espera para pacientes

Imunizante é disponibilizado na rede pública, mas apenas para pré-adolescentes. Vacina contra dengue esgota na rede particular da Bahia
A vacina contra a dengue esgotou nos laboratórios e clínicas particulares da Bahia. Nesta quinta-feira (22), o imunizante está disponível na rede pública apenas para pré-adolescentes. Clínicas do interior do estado estão com lista de espera de pacientes interessados no imunizante. [Saiba mais ao final da matéria]
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Na rede particular, as vacinas estavam sendo aplicadas em pessoas entre quatro e 60 anos. Para a imunização, são necessárias duas doses em um intervalo de três meses. Cada dose estava sendo disponibilizada por cerca de R$ 400.
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Em contrapartida, na rede pública de Salvador apenas 2.677 pré-adolescentes se vacinaram. O valor corresponde a pouco mais de 3% do público alvo – dimensionado em cerca de 87 mil pessoas.
Produzida por uma empresa japonesa, a vacina contra a dengue chega em um momento em que o número de casos da doença cresce no Brasil. Na Bahia, entre janeiro e fevereiro deste ano foram registrados cerca de 8,6 mil casos da doença.
O número é 21,7% maior do que o número de casos registrados no mesmo período do ano passado. Três mortes já foram registradas.
Fila de espera
Uma clínica em Itabuna, no sul da Bahia, está com fila de espera pela vacina. Segundo a proprietária da unidade, Melissa Magalhães, cerca de 10 pessoas chegaram a receber a dose por dia, durante o mês de janeiro.
“A procura está muito grande, cada diz são mais de 20 mensagens de pessoas buscando a vacina”, afirmou.
Depois do boom nas clínicas particulares, a fabricante japonesa parou de disponibilizar os imunizantes. Agora, as vendas estão suspensas para que a empresa possa atender a rede pública.
Segundo a diretora médica de uma clínica da capital baiana, Daniela Lima Barreto, só há imunizantes disponíveis para completar o ciclo vacinal de quem já recebeu a primeira dose.
Além disso, segundo a secretária de Saúde de Salvador, Ana Paula Matos, não há motivo para as pessoas se preocuparem, pois quem recebeu a primeira dose na rede privada e não encontrou o imunizante para a segunda, pode se vacinar na rede pública.
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