Quase meia tonelada de carne clandestina é apreendida dentro de táxi na BR-135


Segundo o IMA, produto foi encontrado durante uma fiscalização de rotina, e não estava em condições de higiene e temperatura adequadas, além de não ter origem comprovada. Carnes estavam em locais como nos bancos e no chão do carro sem armazenamento adequado e origem não identificada
IMA/ Divulgação
Quase meia tonelada de carne clandestina foi apreendida dentro de um táxi na BR-135, em Montes Claros, na manhã desta quinta-feira (13).
Os produtos foram localizados durante uma fiscalização do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Polícia Militar Rodoviária e O Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG). Conforme o motorista do veículo, ele apenas tinha sido contratado para transportar a carne para um restaurante em Bocaiuva.
“Ao abordar um veículo de passeio, nos deparamos com o carro cheio de embalagens e sacos de carne sem origem identificada e fora da temperatura e condições adequadas de armazenamento. Os materiais foram apreendidos e destinados para serem destruídos por um frigorífico registrado no IMA. Isso impede que outras pessoas tenha acesso a esses produtos, como, por exemplo, se tivesse sido jogado no lixão, ou um local inadequado”, explicou o coordenador do IMA – Regional de Montes Claros, Rômulo Laje.
Quase meia tonelada de carne foi apreendida
IMA/Divulgação
Conforme o coordenador, a carga estava fora dos padrões estabelecidos pelas normas de higiene e de refrigeração. O que pode gerar prejuízos tanto econômicos, como de saúde.
‘Ela pode ser fruto de um animal roubado, pois tem acontecido muitos furtos de gado na região, que foi abatido sem condição nenhuma de higiene, também pode ser oriunda de um animal doente. Além disso, tem também as condições de transporte. Nesse caso, estava dentro de um veículo de passeio em cima dos bancos e no chão do carro, fora da temperatura. Essa questão do transporte, potencializa esses problemas, pois se tiver uma carga contaminada, e ela for exposta a ambiente sem temperatura, terá a multiplicação bacteriana, que podem deteriorar a carne e também transmitir doenças para o consumidor como tuberculose, brucelose, algumas verminoses e infecções intestinais”.
O motorista do veículo foi liberado e a carga foi encaminhada para ser destruída em um frigorífico licenciado.
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